A SOIR Joaquim António de Aguiar, foi fundada em 8 de Dezembro de 1900, por um grupo de jovens operários músicos, que criaram uma tuna musical.

Espaço de laser e aprendizagem colectivo, desde a sua fundação, que a Colectividade assumiu, a defesa das condições, de instrução, educação cívica, das regras de justiça social, e do direito ao exercício da cidadania.

Através de uma intervenção multifacetada, a Joaquim António d’ Aguiar, tornou-se um importante centro cultural da cidade de Évora, espaço de formação para muitas gerações de eborenses (de nascimento ou de adopção) que nela encontraram: o convívio, a festa, o baile, a dança, a instrução, a leitura, as conferências, a poesia, a música, o teatro, o cinema.

Ao longo da sua existência secular, a Joaquim António D’ Aguiar afirmou-se, no plano cultural, com a realização do seguinte conjunto de eventos:

criação em 1902, do Grupo de Teatro (que em 2008 conta com 106 anos de actividade ininterrupta); a criação de uma Biblioteca ( 1908 ) e da “Academia dos Estudos Livres” (1911). A realização de importantes Conferências nas décadas de sessenta e setenta; a realização do Festival de Teatro de Amadores de Évora, a partir de 1965 (em Setembro de 2008 teve lugar a sua 20.ª edição).

A partir de 25 de Abril de 1974, a criação dos Núcleos de Alfabetização e de Cinema da SOIR, passando este núcleo a denominar-se Páteo do Cinema, a partir de 1994.

O Páteo do Cinema, para além de sessões regulares de cinema de qualidade, começou a organizar, em parceria com o Cineclube da Universidade de Évora, inicialmente a Mostra Transfronteiriça de Curtas Metragens e depois a partir de 2001: o FIKE – Festival Internacional de Curtas Metragens, ( certame que em 2008, realizou a sua 7.ª edição).

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